1.3.11

Ex-factor

Pois é, o popular Rei morto é rei posto deveria ser aplicado também às rainhas.

Teve um época que eu pirei no Hitchcock: assisti todos os filmes que ele fez nos E.U, alguns da Inglaterra e até o que foi filmado mezzo mudo, mezzo falado. Esse surto se deu quando assisti Rebecca, a mulher inesquecível - oscar de 1941
A tal Rebecca é a falecida esposa de Maxim de Winter ( o lindo Laurence Olivier), um aristocrata inglês que começa um romance, leva a fofa para conhecer a sua casa e lá paira uma aura imponente e sinistra sobre como era a antiga dona da casa.
Dias atrás, assisti o delicioso É proibido fumar e lá o Miklos também tem uma ex fodona: gata, inteligente, fodona, viajadíssima e tal.

Que poder tem essa posição de ex! Acho o fim da picada moço sair pela vida, falando de ex para as atuais. Quase sempre, só de sabermos quem é a anterior, ela fica com suas qualidades em negrito e a gente se sente o cocô do mosquito do cocô do cavalo do bandido - elas sempre serão mais bonitas, mais gostosas, mais bem relacionadas, mais espirituosas, mais isso ou aquilo outro. O how bizarre desta situação é que, qdo sou eu a ex, não me sinto assim - a poderosa em questão.
Homens, nesta altura da estrada da vida, todo mundo tem passado: please, façam como as mulheres, resolvam o passado e calem-se.

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