Nas antigas (!!!!), nomear interesse por alguém era muito mais simples: achava gatinho, interessante era paquera; se tivesse reciprocidade virava namoro. Na sequência, o ficar, rolo e tais entraram em ação, namoro foi virando um compromisso seríssimo, chegando ao ponto de hoje em dia a gente não saber mais como nomear ou mesmo entender o patamar que está o nosso objeto de desejo.
Pois bem, o verão e sua vibe hedonista - todo mundo bonito, animado e tal, claro que é mais fácil aparecer pessoas interessantes no front. Daí numa prosa com queridas sobre os homens, falávamos como temos necessidade de entender o que rola, sobre essa problemática de nomear o interesse e também sobre a diferença de intensidade da aflição em ser notada, correspondida... Outra questão debatida foi se o clássico " eu sou legal, não estou te dando mole" se aplicava também aos homens.
Desse papo, naquela levada dos Stones, "you're not the only one that mixed emotions", minha sinapses birutas me trouxeram prontamente a Teoria dos Trópicos.
Vejamos:
- no Trópico de Capricórnio localizam-se os moços amigos, queridos, interessantes, aqueles com os quais rola um certo flerte, de leve, e que tem possibilidade de continuar a ser amigo e esse quê sempre existir/ou não e até mesmo pode evoluir para o Equador. Bem, pela natureza deste trópico, pode constar vários moços sem configurar Esbórnia ou galinhagem, já que não rola nada mesmo - é uma amizade com pessoas atraentes. Difere da amizade pura e simples pela atração que rola, porque sim, eu acredito em amizade homem/mulher
- no Equador, o lance já esquentou e aqui o interessante já virou O objeto de desejo. Já ficaram juntos e, gostando, a mulher tende a tê-lo como único, já que energia despendida é maior, com aflição de correspondência e tais
- no Trópico de Câncer, você chegou porque houve uma sincronia dos desejos e constatou a vontade de ficarem juntos e namorar
Salve, salve Capricórnio!

1 comentários:
Concordo com você, cara Maysa...
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